Paula Cleto ;)
" Não sei fazer 'joguinho social'. Até saberia, mas não me interessa, tenho preguiça."
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Mente vazia, oficina do diabo
Muitas vezes nos deparamos com um tempo vago, nada pra fazer, nada na para assistir, em vez de procurarmos o que fazer, começamos a ficar mais ociosos, ai mora o perigo, o diabo adora uma oportunidade dessas, colocar idéias, desavenças familiares, enche a cabeça da pessoa ciumenta de filmes que só ela acredita estar acontecendo, por mais que a verdade esteja na sua frente, ela acredita no que o inimigo colocou como podemos nos deixar ser dominado por ele, e como não deixaremos? Simples, orarmos sem cessar e cada vez que tivermos sem nada a pensar, procurar as obras do Senhor, ler a bíblia e na internet direcionar para as obras, pois o inimigo afunda a vida de quem o deixa dominar e infelizmente por intermédio desta pessoa acaba destruindo muitas outras vidas. Como o exemplo de zaqueu (Lucas 19:2) que subiu na arvore não porque estava cheio de Deus mas porque estava vazio e queria algo para se preencher e surgiu a oportunidade. Ou o exemplo do rei Davi que não foi pra guerra (2 Samuel 11) e caiu em tentação, não porque estava cheio do diabo, mas porque estava vazio e o diabo encontrou a oportunidade.
domingo, 24 de outubro de 2010
Morrer de amor
Todo fim de relacionamento dói. Minto, dói demais, dói cada pedacinho da alma e embora saibamos que não é uma dor física e está longe de ser uma doença, sentimos exatamente o contrário . O sofrimento é capaz de adoecer o corpo, causar calafrios, insônia e dores de cabeça. É tanta tristeza que não cabe no quarto ou nos cantos da casa. Dependendo do tempo da relação ou das promessas ditas e ouvidas, as coisas pioram uns noventa por cento, chutando alto. E por que não sentir? Por que não chorar? Cada lágrima que vai embora leva um pouquinho desta dor, cada vez que tocamos no assunto tentando entender as razões para o fim, a alma se sente mais leve e pouco a pouco as coisas voltam ao lugar. Uns demoram mais, outros demoram menos para esquecer, ainda sim esquecem, todos nós esquecemos. Pode parecer que não, mas quando nos damos conta, nem lembramos mais do que aconteceu ou porque tudo chegou ao fim, só restam as lembranças boas. Existem aquelas pessoas que não se conformam com a separação e passam dias tentando reatar a relação. Ok, eu acho válido tentar quando acreditamos que existe a possibilidade, por mais remota que seja. Ou para deitarmos a cabeça no travesseiro tendo a sensação confortável de ter ao menos tentado. Mas para tudo existe um limite, e acho que este limite tem a ver com a palavrinha “amor-próprio”, porque sinceramente, nenhuma relação seja lá de quantos anos, vale isso. Um dia passa e a gente se arrepende por cada coisa estúpida que fizemos, afinal, amor não se pede, tão pouco se cobra. Amor se sente, ou não. Se ele não quer mais, senta e chora. Aluga uma comédia romântica, chora mais um pouco. Tome litros de sorvete ou coma muito chocolate. As lágrimas secam, a dor passa e as espinhas somem, cedo ou tarde. Não sou capaz de lembrar quantas vezes eu disse que não amaria mais. Nem sei mesmo se amei todas as vezes que disse que amei. Sei que sofri terrivelmente em cada término, como se aqueles fossem os últimos momentos da minha vida. Eu esbravejei e me senti o ser humano mais azarado que já viveu neste planeta, chorei horas trancada no quarto enquanto me perguntava: “Porque ela? Porque não eu? Porque não eu? Porque não eu? Porque nunca eu?”. Mas é uma delicia saber que passa, sempre passa. Não passou ainda, mas vai passar. Por isso eu amo, e me perco, e me acho, e ressucito mil vezes com a alegria de quem viveu apenas uma vez. Mário Quintana escreveu: “É tão bom morrer de amor e continuar vivendo”, eu concordo.
A vida de agora.
Bebida liberada, amigos, festa, alguém dirigindo, freios, batida, morte. Um resumo irritante da realidade. Não é difícil perceber a fossa para a qual muitos jovens caminham. É de praxe, num sábado à noite, sair por aí e assistir ao espetáculo sem graça de jovens entrando em coma alcoólico, fumando loucamente e perdendo a noção enquanto se drogam.
Apesar de sabermos todas as causas dessa autoflagelação, é difícil entender o propósito dos jovens ao se destruírem a cada dia. E pior: saberem disso. Três vertentes se interligam na formação de um adolescente: família, escola e amigos. A família é o alicerce principal, e isso é indiscutível. A escola é a administradora da convivência social, o primeiro contato do jovem com o mundo. E é lá onde ele conhece os amigos, onde existe, pelo menos, um exemplo a não ser seguido. Arrisco dizer que 80% deles não querem saber de estudo e a única coisa que interessa são as noites regadas a álcool, entorpecentes e sexo. Esses são os adultos que se criam e procriam, em larga escala, achando lindo o que estão fazendo. O ponto principal é a imagem. Alguém me fala quem inventou que fumar é bonito e que pegar vinte numa noite é sinônimo de virilidade. É ridículo. Menina assim, que não sabe nem a hora que está com fome, acha lindo sair que nem puta pelas ruas, fumar seu cigarro e se atracar com um cara desconhecido numa rua escura.
É a maior hipocrisia do mundo dizer, nos dias de hoje, que isso acontece pela falta de informação. Tem uma televisão ligada em qualquer esquina com propagandas educativas, tem sempre algum maço de cigarros no chão que algum porco jogou mostrando atrás o que ele ocasiona, e tem sempre um acidente de carro gerado por bebida próximo de você. É triste pensar como esses jovens de hoje vão educar a próxima geração.
Vejo meninas, só um ano mais novas do que eu, totalmente perdidas na vida, totalmente aquém do mundo real. Não é pra não fazer tudo isso que refutei, afinal sempre dizem que esses são os melhores anos da nossa vida. Mas a autocrítica é para discernimento do que é plausível e do que é loucura. Curtir uma noite com os amigos é plausível. Beber, pegar um carro pra dirigir e colocar em risco a vida de outras pessoas é loucura. Entendeu a diferença? O maior problema é achar que se está livre desse tipo de coisa acontecer com você. Não seja ingênua. Afinal, você poderia estar naquele carro.
Noite passada eu chorei por não saber o porque de tamanha vontade de chorar. De cansaço dormi entre soluços e me levantei no outro dia sem lembrar que calei horas antes meu despertador. Atrasada.
Tudo começou e acabou da mesma maneira: Eu, minha bolsa jogada no sofá e uma tela em branco.
Descobri que tenho medo de escrever. Medo de mexer no que está oculto e fazer acordar sentimentos internos que jurava ter engolido, digerido e cuspido – em centenas de lágrimas.
Mas eu preciso, esse é o meu trabalho.
Busquei na minha última lembrança uma gota de amor e me afoguei em pequenos sentimentos aumentados pelo tempo. Senti o que chamam de saudade e tentei convencer meu coração que ele deveria traduzir tudo aquilo para o meu cérebro em forma de palavras. De novo.
Dei um lindo fim para aquela história e terminei mais um texto de amor. Foi então que percebi que tudo aquilo não passavam de palavras imagináveis.
E então comecei a chorar por não ter mais motivos para chorar. De novo.
Sonhos ou lembranças?
Aquela foi definitivamente a última vez que tentei te trazer pra mais perto. Se quiser ir, faça.
E se não for pedir muito, sem olhar para trás. Eu não quero ficar esperando ligações suas pra sempre…
E se não for pedir muito, sem olhar para trás. Eu não quero ficar esperando ligações suas pra sempre…
Com um tempo, querendo ou não, todo mundo aprende que implorar por sentimentos alheios não funciona, que colocar frases enigmáticas na internet não muda nada – eles nunca entendem. Que tentar controlar o outro é maneira mais rápida de perder totalmente o controle. Que a melhor maneira de calor a boca do nosso coração é ocupar nossa mente. Que ser feliz sozinho pode ser difícil, mas com as pessoas erradas é ainda mais, quase impossível. Que a melhor vingança do mundo é ser feliz.
O que fez ele reparar em você não foi a cor do seu batom ou o tamanho do seus cílios, mas sim a confiança que você sentiu usando um batom mais forte ou um rímel novo. Tudo depende da maneira com que você encara as coisas.
Acredite, o tempo não resolve nada, o tempo apenas muda a ordem das coisas – é você sabe muito bem que é impossível viver só olhando pra frente. Todos nós somos formados de lembranças e sonhos, e o que nos diferencia são a maneira com que lidamos com eles.
Bom, acho que o
que eu queriα te fαlαr, jα fαlei : por cαrtα, pessoαlmente, pelo msn. prα te fαlαr α verdαde, não existe pαlαvrαs prα descrever o quanto α nossα αmizαde vαle. nós nos tornαmos αmigαs αssim de umα horα pαrα outrα, e eu nuncα poderiα imαginαr, que hoje seriαmos αssim. hoje em diα, eu tenho que te αgrαdecer por tudo o que você fez e fαz por mim. αmigα αprendi tαntαs coisαs com você, e você comigo. é engrαçαdo como os nossos sentimentos sαõ trαnspαrentes. foi com você que dei αs melhores risαdαs, fiz αs melhores pαlhαçαdαs, αs melhores brincαdeirαs, tudo contigo é tαõ melhor, e você pode ter certezα, que eu sempre estαrei do seu lαdo, em todαs αs situαções, porque do seu lαdo eu nαõ tenho medo de αrriscαr, pois sei que se fαlhαr, nuncα vou te decepcionαr.quαndo estαmos juntαs quαlquer dor é pequenα, é minúsculα perto dα nossα αmizαde. você sim, é umα verdαdeirα αmigα, αlguém em quem eu cofio de olhos fechαdos. αh, αmigα você fαz parte dα minhα históriα. te αmo ♥'
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Sintomas da paixão :)
1. Você se flagra pensando nele às três da tarde de uma terça-feira repleta de trabalho e tem uma vontade incontrolável de parar tudo que está fazendo só pra telefonar e ouvir aquele jeito de falar que só ele tem e você não entende como é que pode…;
2. O simples fato de saber que na sexta-feira vai ter uma festa e ele vai estar lá já te faz lembrar que suas roupas estão muito velhas e que você precisa urgente ir ao shopping pra comprar uma roupa nova;
3. Toda vez que você sabe que vai se encontrar com ele você toma aquele banho com atenção
redobrada, gasta quase o sabonete inteiro, usa e abusa do xampu e passa o perfume em todo o corpo;
4. Ele chega na festa que você já sabia há muito tempo que ele ia, tanto que passou a semana inteira ensaiando sozinha conversas interessantes, mas mesmo assim bate uma súbita taquicardia e um nervosismo tão besta que ele te fala “oi” e você não consegue responder direito;
5. No final da festa, você fica rezando por dentro pra não chegar nunca o momento da despedida, fica ali com ele demorando até o dia nascer e quando ele fala que tem que ir você pergunta: -Mas já?;
6. Ao acordar de manhã, no exato instante em que o cérebro começa a funcionar, a primeira coisa que você se lembra é que vocês ficaram juntos na véspera e isso te dá vontade de dar um pulo da cama como quem comemora um gol, mas você não pula e fica deitado mesmo, se enrola no cobertor e ri sozinho;
7. Você fica se policiando o dia inteiro pra não ligar pra ele no dia seguinte, porque você tem medo de ligar e ele te achar muito pegajosa e se desinteressar, mas mesmo assim chega uma hora que você não consegue e acaba ligando;
8. Deitado na cama, à noite, você se lembra de um livro que ele falou que estava louco pra ler e fica doido pra chegar logo o dia seguinte que é pra você poder comprar o tal livro e deixar na portaria do prédio em que ele mora, com um cartão com seu nome e umas palavras que só você mesmo poderia ter escrito;
9. Toca uma música no rádio e você logo pensa que essa música é a cara dele, mas aí essa música acaba e começa uma outra música que é tão a cara dele quanto a que acabou de tocar;
10. Naquele boteco, só você e ele, conversando e comendo aquele tira-gosto manjado com uma cerveja gelada quase banal, você subitamente constata que não existe nenhum outro lugar do mundo em que você preferiria estar naquele momento que não fosse ali mesmo, naquele boteco ordinário, com ele.
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